Segunda Leitura
Actus Apostolorum 10,34–38
34 Aperiens autem Petrus os suum dixit In veritate comperi quoniam non est personarum acceptor Deus
Ao falar, a consciência reconhece que o princípio supremo não se curva a aparências, mas contempla o ser segundo a verdade interior.
35 Sed in omni gente qui timet eum et operatur iustitiam acceptus est illi
Onde há reverência ao bem e retidão no agir, o ser se harmoniza com a ordem que o sustenta.
36 Verbum misit Deus filiis Israel evangelizans pacem per Iesum Christum hic est omnium Dominus
A Palavra enviada estabelece concórdia no íntimo por meio daquele que governa não pela força, mas pela verdade.
37 Vos scitis quod factum est verbum per universam Iudaeam incipiens a Galilaea post baptismum quod praedicavit Ioannes
O acontecimento se difunde como sinal de maturação do tempo, iniciado no chamado à conversão do olhar.
38 Iesum a Nazareth quomodo unxit eum Deus Spiritu Sancto et virtute qui pertransiit benefaciendo et sanando omnes oppressos a diabolo quoniam Deus erat cum illo
Ungido pelo sopro que ordena, ele atravessa a existência fazendo o bem e restaurando o ser, pois a origem permanece com quem age em consonância com ela.
Reflexão:
O reconhecimento da verdade começa quando cessam as máscaras interiores.
A retidão do agir nasce do alinhamento entre consciência e princípio.
A paz verdadeira se estabelece no íntimo antes de se manifestar no caminho.
O tempo amadurece quando o ser aceita ser conduzido.
A força que cura não violenta, mas restaura.
Quem atravessa a vida fazendo o bem permanece inteiro.
A presença do princípio sustenta o agir justo.
Assim o existir alcança firmeza e sentido duradouro.
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